Persistência da Memória

A casa, em ruínas, resiste como se guardasse — teimosa — o que o tempo tentou levar. Fotografei o que restou, e também o que nunca se perdeu. A memória persiste mesmo quando a matéria cede. Esta série nasce desse encontro entre ruína e lembrança: o banheiro onde um sapo me surpreendeu, a cadeira de balanço do meu avô, a cocheira de onde vinha o leite fresco, a grande árvore que parecia tocar o céu. Ali, o que sobrou não é apenas ruína — é sobrevivência.

Fazenda Umburana, AL, 2025.


Outras séries

Sussurros do vento
Ser folha
Estar árvore
Vamos trocar uma ideia?
contato@adanilucio.com

Deixe-me saber como posso ajudar ou compartilhar suas ideias. Responderei o mais rápido possível.

← Back

Sua mensagem foi enviada

Atenção
Atenção
Atenção
Atenção!

< VOLTAR