A casa, em ruínas, resiste como se guardasse — teimosa — o que o tempo tentou levar. Fotografei o que restou, e também o que nunca se perdeu. A memória persiste mesmo quando a matéria cede. Esta série nasce desse encontro entre ruína e lembrança: o banheiro onde um sapo me surpreendeu, a cadeira de balanço do meu avô, a cocheira de onde vinha o leite fresco, a grande árvore que parecia tocar o céu. Ali, o que sobrou não é apenas ruína — é sobrevivência.
















Fazenda Umburana, AL, 2025.
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