Rapa Nui

Chegamos em Rapa Nui no segundo vôo que a ilha recebia depois da pandemia. Calor e umidade, claro que foram as primeiras sensações! (Esse clima me lembrava Alagoas!)
Com certeza, era possível observar todos os 111 tons de azul ali; se não era o paraíso, era algo bem parecido a ele….
Os dois anos de quarentena e todas as restrições para entrar na ilha deram um aspecto ainda mais remoto ao lugar. Parecia um filme poder caminhar pela ilha e não encontrar quase ninguém…

Teve nascer do sol, pôr do sol, caminhadas silenciosas, praias paradisíacas, trilhas e muitas goiabas…
No quarto dia da viagem, saímos cedinho de bicicleta para dar uma volta no outro lado da ilha. Havia uma brisa fresca maravilhosa batendo no meu rosto enquanto descia aquela rua; disso me lembro bem… Como se estivesse saindo de um sonho, abri lentamente os olhos, e tinha pessoas ao meu redor. Eu não conseguia me mover. Meus olhos fecharam, e quando se abriram novamente, havia alguém perguntando meu nome e de que país eu era… Foi a minha primeira vez em uma ambulância… Depois de agulhadas e exames, o diagnóstico: A viagem no paraíso terminava ali, sem mais fotos, com uma perna engessada e outra história para contar…

Rapa Nui, Polinésia, Agosto de 2022.


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